O termo "Streetball" não tem origem apenas no jogo conhecido como Streetbasketball mas também tem uma associação especial com a cultura da juventude. O esporte é conectado à imagem do gueto, que este tem ligação com a música (RAP e HipHop). Esta associação deve-se provavelmente às raízes do Streetbasketball, encontradas nos quintais de cidades grandes americanas, onde muitos jovens de comunidades mais pobres dos Estados Unidos vêem no esporte e no Streetball uma possibilidade maior e especial para um futuro melhor.
O primeiro grande ícone do Streetball
Foi o universitário Earl “the Goat” Manigault em meados da década de 50. Este malabarista das quadras de 1,89m, considerado por muitos o melhor jogador de basketball de todos os tempos, parecia desafiar a gravidade e será recordado sempre como uma legenda do esporte.
Principais jogadas de Street Ball...
Crossover: principal jogada do Street, o crossover é um corte normal, como no basquete de quadras, só que com maior impulso. Sua principal vantagem é a quebra da defesa.
Caneta: jogada característica como no futebol. O jogador joga a bola entre as pernas do adversário.
Hurrycane: passar a bola com a mão direita entre as pernas, só que por trás, até o lado esquerdo. O balanço da jogada faz com que ela pareça uma dança.
Enterrada: jogada que levanta o público no basquete de quadra, a enterrada é marcada pela junção de força e plasticidade. O atleta precisa ter bastante impulsão e criatividade para tornar o lance ainda mais especial.
CONHEÇA “THE HARLEM WIZARDS”: OS FEITICEIROS DO HARLEM
The Harlem Wizards é uma das maiores organizações de basquetebol-espetáculo. Cada evento eles praticam um trabalho individual com malabarismo e um altíssimo nível de trabalho coletivo, muito humor e a plástica necessária ao entretenimento, envolvendo toda a comunidade.
Sua missão é criar uma experiência de basquetebol jovial e acima de tudo inspiradora. Enquanto arte dramática, truques e dunks faz parte do espetáculo cheio de surpresas. Todas as noites o oponente é diferente, e assim é o público que os acompanha. Nos E.U.A., The Wizards se apresentam em faculdades, corporações, comunidades e em eventos privados. Parte dos seus lucros são dirigidos para entidades sem fins lucrativos que executam um trabalho social.